segunda-feira, 26 de maio de 2008

O sistema de votação eletrônica desenvolvido pelo TSE é totalmente seguro

Em dia de eleição, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) registra mais de 400 mil tentativas de ataques virtuais para alterar ou fraudar algum dado da Justiça Eleitoral. O número poderia ser assustador se não houvesse um sistema totalmente imune a esses ataques para a realização das eleições. Mas a Justiça Eleitoral trabalha com uma rede privativa, desligada da internet, que permite o tráfego de dados sem nenhuma interferência externa, o que garante a segurança das informações eleitorais.No lugar do site do TSE, por exemplo, é publicada uma página “falsa”, que espelha boletins atualizados sobre as eleições. “O sistema é isolado da rede mundial de computadores e a medida dessas tentativas de ataques é feita por meio do site que fica só divulgando resultados”, esclarece o secretário de tecnologia da informação do TSE, Giuseppe Janino.As urnas eletrônicas também estão imunes aos ataques virtuais. Elas não tem nenhuma conexão com a internet e são lacradas fisicamente para que o acesso aos dados do disquete só sejam feitos com chaves codificadas.

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